Arquivo para Janeiro, 2009

Conchas

O que é uma concha? O que é uma viagem? Alguém tem alguma noção do que é a imensidão de uma praia? Do tamanho de uma simples conchinha catada na beira do mar, comparada à imensidão de um oceano.

Às vezes o ato de sair apenas para catar conchas na praia pode significar muitas coisas. Cada concha tem um detalhe único. Nenhuma concha é igual à outra, algumas podem até ser parecidas, mas idênticas? Nunca. Assim como as pessoas, seres vivos.

Não estava fazendo nada em casa, resolvi sair, andar na praia, com o intuito de passar o tempo. Olhando pro mar, pra areia, passando os olhos desatentos pelas ondinhas se desmanchando, como sempre fazem, de segundo em segundo. Uma concha chama a atenção inconcientemente, o que me fez abaixar para pegá-la. Logo vi que aquela não era a única concha presente ali, haviam tantas conchas debaixo dos meus olhos que nem tinha reparado. Então logo pensei que aquela não eram nem uma mínima parte do número de conchas que existem nos mares e oceanos pelo Brasil, pelo mundo, mas ainda sim, cada uma tem o seu valor especial com sua manchinha, seu formato, sua cor, seus detalhes, suas caracteristicas.

Eram conchas tão pequenas. Não em minhas mãos, mas pense. Pense no tamanho das conchas que estão lá no fundo, bem no fundo destes grandes oceanos por ai.

concha

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Noticia

Desculpem o abandono. É que aconteceu uma coisa quase inédita. Adivinhe o que ocorreu estes dias. Vamos, adivinhe!

Algum palpite?

Bom,

É. Pois é.

EU VIAJEI. Fui pra praia.

Acreditam? Depois conto mais.

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Pensamentos suspeitos nas férias

Oi, gente. Preciso desabafar.

Como vocês sabem, eu estou de férias, certo? Certo. E eu não sei o porquê de que todas as minhas férias são sempre uma decadência. Isso acontece com vocês também ou é só comigo?

E como eu fico no tédio total, sem amigos como companhia (sempre meus amigos viajam e eu fico sozinha aqui) eu começo a ter o ócio tomando conta de mim. E o que acontece quando o ócio começa a te dominar? Você começa a pensar. Pensar sobre o tempo, sobre seus ex-namorados, sobre como seria se você estivesse numa praia, e principalmente, pensamentos estranhos, muito, muito estranhos. Coisas que eu não deveria pensar, muito menos pensar sem querer, sem vontade própria.

Entendem o que eu estou dizendo (ou tentando dizer)? Talvez não, mas talvez sim, apesar de que eu não acredite que existam pessoas com os mesmos tipos de imaginação que eu tenho.

Pronto, desabafei.

Ok, este post significou nada pra vocês, e acho que só despertou a curiosidade de vocês pra saber o que eu tenho pensado de vez em quando, né? Foi mal aê, mas num vou falar. É constrangedor demais.

confusso

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Ano novo

Bom, gente, não vim aqui somente para desejar à todos um feliz ano novo não. Eu vim para contar-lhes como foi o meu Reveillon.

Eu não fui para Copacabana, pra Pampulha, pra Salvador, muito menos Paris. Eu fiquei em casa. Pra ser mais específica, na casa da minha avó.

Há alguns meses, eu pensei: ‘Nossa, desta vez eu não quero fazer a passagem de ano em casa de novo, desta vez eu vou sair, ir pra alguma praia com os amigos e tomar muia champagne.’ Mãããs, nada do que eu quis aconteceu. O dia foi chegando e a minha oportunidade de ir para praia foi se descartando, afinal, uma viagem em cima da hora é bem difícil, ainda mais para passar o reveillon em alguma praia. Então eu pensei: ‘É, tô achando que eu vou ter que passar o Ano Novo com a minha mãe, minha avó e minha tia mais uma vez, e sem amigos.’ E assim aconteceu.

Fomos num supermercado lotado e compramos coisas para comer e beber. Então, fomos para a casa da minha avó e ficamos lá, eu, minha mãe, minha avó, minha tia e uma amiga da minha família com seu filho adolescente e chato.

Assunto das conversas: Morte, fofoca, doença, problemas no trabalho e afins.

Aperitivos: Pizza e Coca-Cola (Lembrando que eu não bebo refrigerante).

Música: Primeiramente, a do rádio, que eu desliguei depois de alguns minutos, por não aguentar mais. Depois, nenhuma.

Depois de um tempo, ninguém estava mais aguentando a ‘festa’, mas ninguém admitiu, a não ser eu. Então fomos todos para a frente da televisão ver o reveillon de outras pessoas no Rio de Janeiro, São Paulo e outros lugares legais, porque o nosso foi um fracasso.

Pessoa felizes em estar passando o Reveillon em um lugar legal.

Pessoas felizes em estar passando o Reveillon em um lugar legal.

A coisa mais emocionante que aconteceu na minha passagem de ano foi quando a minha tia teve a gloriosa idéia de dar uma andada pela rua, que por sinal estava totalmente deserta (a não ser pela nossa presença), pra ver se encontrava algum movimento. Como estava chovendo nós fomos com guarda-chuvas, que se destruiram no primeiro ventinho mais forte. A rua estava completamente vazia e perigosa, e só para piorar a nossa situação, a luz toda do bairro acabou e nós ficamos lá na rua escura e sinistra. Voltamos pra casa molhados e com o cabelo bagunçado, por causa do vento.

Então, este foi o meu entediante divertido Reveillon. Espero que o resto do ano não seja como a passagem dele.

Feliz 2oo9, ai, galerinha do mal!

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